quarta-feira, 19 de agosto de 2009

E o espadim?

Para quem não sabe, a formatura de entrega do espadim é uma das mais importantes para o militar (futuro oficial). Conquistar o espadim é importantíssimo, pois representa toda a honra e toda glória de Caxias, o patrono do Exército Brasileiro.

Há uma formatura excelente, com elevadíssimo padrão de ordem unida e, depois, um baile de gala, estando o cadete com seu famoso "azulão", mas, como nem tudo é festa, existem os famosos treinamentos.

Primeiro, ocorreu o treinamento dos movimentos do espadim, que eram ensinados pelos mais antigos e na sexta passada (dia 14) existiram "escolas" da entrada da formatura, movimento de espadim e movimento no pátio.

E, agora, na segunda feira: tudo piorou!!

Treinamento até o talo, voltando várias vezes (e várias, e várias, e várias, e várias, e várias). É chato, mas no final vale a pena, pq a formatura é padrão pra caramba!!

Brasil!

sábado, 15 de agosto de 2009

MONTANHA (Dia 01)

E o primeiro dia de estágio começa.

Todos deixam os sacos V.O nas barracas próximas à Base do Marcão. A gritaria é geral, instrutores e monitores tentam apressar os estagiários (na SIEsp não há cadetes) para que entrem em forma depois de guardar os sacos.

Todos os pelopes (pelotão da SIEsp) entram em forma e o deslocamento para a outra base se incia. Todo mundo se pergunta se serão mais 8 km ou se ainda andaremos muito, mas depois de uma hora descendo e subindo encontramos uma área com viaturas e acampamento montado.

Todos entram em forma à frente de uma cota (morro) com bastante vegetação e no topo um mastro. O instrutor escala dois guerreiros e dá-se início ao hasteamento do Pavilhão Nacional.

Depois disso, o instrutor-chefe apresenta alguns outros intrutores e mostra as divisões que seriam feitas: todo o turno seria divido em três para começarem as instruções Alpha, Bravo e Charlie, sendo todas pistas escolas, o que não contava para o brevê, mas já valiam os F.O negativos (observações negativas) e positivas.

Não lembro a ordem correta de cada oficina, mas era algo como: rapel de frente, rapel de costas, nós, fenda vertical.

Nesse dia o que eu mais lembro eram os "aquecimentos": ficar saltitando, pagando flexão e essas coisas.

Nesse dia só teve isso, de manhã até de tarde, mas sem as pausas para refeição, uma vez que o almoço era o farofão (farofa com carne, amendoim, amêndoas, rapadura).

De noite, todos voltaram para as barracas e, pensando que iríamos torar, vimos todos os sacos v.o para fora da barraca (é bizu impermeabilizar tudo que vai no saco) e os monitores esperando. À noite foi dada instrução de nós e amarrações, falando como seriam cobrados os nós no dia da prova.

Depois, fomos liberados para torar.

O que mais impressionava nesse dia foi o frio e a sede. Não é bizu tomar toda a água do cantil durante a marcha, pois o dia TODO nao dão mais água. Guarde o máximo que der durante a marcha e beba-a depois, sempre na técnica das tampinas (encha a tampinha do cantial com água e beba, no máximo, umas 3) assim a sede acaba e não se bebe muita água.

Liberados, a maioria aproveitou para fazer a barba e torar (dormir) já esperando o segundo dia.

Para a frente e para o alto!!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

DQBN

As letras até são fáceis de falar, traduziram pra gente como "Defesa Química Biológica e Nuclear", ou seja, falaram sobre a utilização desses agentes na guerra. Os vídeos que eles passaram e as fotos assustam, é cada pessoa desfigurada que é foda...

Todo mundo fica imaginando como deve ser na guerra, em uma trincheira ou no campo de batalha sendo submetido aos efeitos dessas armas. Alguns mísseis lançam gases que fazem a pessoa vomitar, não respirar, queimar a pele e por aí seguem as "brincadeiras".

Quem deu a instrução foram os militares da ESIE (Escola de Instrução Especializada), que são feras no assunto e são verdadeiros estudiosos. Estudiosos mesmo, é um curso reconhecido pelo MEC e único na América latina. É interessante saber, também, que todo militar, independente da arma, quadro ou serviço, pode fazer o curso de DQBN.

O que achei meio chato é ficar preso no Rio de Janeiro. Eles falaram que não fica preso lá na cidade (preso no sentido de não se transferir), mas imagina: há pouquíssimos militares peritos em DQBN, o quartel é no RJ, você é especialista. Será que você irá pro norte, nordeste ou qualquer outro lugar? Difícil hem...

Na palestras, que duraram a manhã toda, foi a parte teórica. Depois, reservaram um "presente" para os cadetes: câmara de gás! Calma, calma... Ninguém vai morrer, não é uma câmara de gás no estilo alemão. É uma câmara que as pessoas verificam se a máscara funciona e sente os efeitos do gás lacrimogênio.

Ocorreu o almoço e fomos deslocados para o Campo de Pouso - local dentro da AMAN - andando (coisa rara no Basicão) para não suar, uma vez que o gás lacrimogênio, em contato com a água, gera ácidos que queimam a pele.

Ao chegarmos, dava para ver uma barraca meio distante e, do nada, um pessoal saiu lá de dentro tossindo, gritando iguais a loucos. Pensei que era sacanagem dos instrutores, para colocar medo em todo mundo. Se era sacanagem ou não, o efeito deu certo! Geral ficou com cagaço!!

Foi apresentada a equipe e começou a instrução de como utilizar a máscara Shalom, modelo israelense, e sobre o filtro de ar que ela possui. Nada demais, mas avisaram que era bom treinar utilizá-la antes de ir para a câmara...

Avisaram que a instrução teórica tinha acabado e tudo ia começar. Colocaram grupamentos em forma e o Capitão (instrutor chefe) mostrou a "maça do amor" que era a tal granada de gás CS (lacrimogênio).

A máscara é só de brincadeira, lá dentro mandam tirar!

Tirou o pino e jogou a "brincadeira" dentro da barraca. Esperou um tempo e mandou todo mundo colocar a máscara. Ajeitei da melhor maneira que dava... mas o cagaço ficava ainda junto comigo. Porra, se essa merda tá estragada, e aí, como eu fico?

Tranqüilo, dei a sorte e fui primeiro (que sorte de merda!!) e fui logo pro fundo da barraca. Até que tava tranqüilo, tava sentindo nada! Normal!! Mas, o meu canga começou a tossir desesperado!! Aí, o Capitão não deu mole: viu o sanhaço dele e já ficou enrolando, falando várias coisas que já tinha falado e do nada, a brincadeira começa!! -

Ordem, retirar a máscara!!

PQP!! Passou o filme do pessoal correndo desesperado passou na minha cabeça, mas fazer o que... ordem é ordem!

Tirei a máscara, respirei normalmente...

PUTA QUE PARIU!!!! Tinham jogado uma pimenta malagueta na minha garganta? Tacaram ácido na testa? E a vontade de espirrar?

É, era real mesmo! Os sintomas que tinham falado na instrução eram verdadeiros. Caralho, que porcaria de sintomas.

Ele ficou conversando (e a gente no sanhaço) uns 30 minutos!! Cara, pq meus olhos estão todos cheios de lágrima - na hora não associei o "lacrimogênio" com "lágrimas" -, pq minha cabeça tá ardendo?

- Ordem, sair da barraca ordenadamente!

Como que é? Ordenadamente? Tá de sacanagem, só pode!! Saiu todo mundo correndo desesperado com as mãos abertas e tentando abrir os olhos, boca e tudo para poder respirar e parar a dor.

Depois de uns 4 ou 5 minutos os sintomas passaram, mas quem disse que acabou? Tinha a segunda "oficina": entrar sem máscara e colocá-la lá dentro.

Beleza, entrou todo mundo e, rapidamente, colocamos as máscaras. Alguns não colocaram certo e começaram a tossir, mas eu, ainda bem, fiquei na boa.

-Ordem, sair da barraca.

Os 30 minutos que eu falei foi na hora, mas depois o pessoal todo disse que não passava de 6 segundos sem a máscara. É pau!!

Brasil acima de tudo!
Acabou!!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Dia zero! [MONTANHA]

Na verdade, tudo começou no dia anterior!

A Cia. iniciou seus preparativos por volta das 20 horas. Todos prontos, colocaram sua mochila na entre-alas (um "corredor" entre duas companhias). Depois disso, as companhias seguiram para o rancho e tiveram uma ceia.

Terminada a ceia e equipados, todos fomos correndo catando canções para a área à frente da prefeitura militar e ficamos na espera da ordem de avançar para o aprestamento. Parece brincadeira, mas acho que passamos umas 5 vezes esse ritual: apito, todo mundo corre, ouve o famoso "tá uma porcaria" e volta. E assim continua.

Na hora que era real, ouvimos os apitos e fomos correndo para a área de cerimonial. Uma névoa alaranjada saía de perto do prédio da SIEsp .

E tudo começou, parecia que tinha começado!

Cada instrutor (oficial) foi apresentado e os monitores (sargentos) também. Era uma apresentação e flexão, outra, polichinelo, outra, canguru - na variação australiano e a noite foi começando.

Foi lida a forma do aprestamento e cada um tinha 10 minutos para arrumar seu aprestamento. Antes de tudo foi avisado: kits fechados era barro, não seriam aceitos. Todos os kits deviam estar sem tampa para verificação do material.

As gaivotas mais perdidas foram: agasalho leve, faca suja/enferrujada, lanterna mal velada. Cada gaivota perdida é um ponto a menos na média final e isso conta muito!!

Depois, mais um pequeno tempo para arrumar tudo na mochila e esperar a outra ordem. Alguns ficaram nervosos e deixavam alguma coisas pra fora. Resultado: todo mundo na flexão esperando...

Acabado cerimonial, correr de novo, mas desta vez para a região entre o parque de infantaria e de artilharia. Tinham uns 30 caminhões (5 Ton), todos identificados. Embarcados, ficamos esperando a viagem começar.

Caminhão andando, frio na cara! Bizu máximo nessa hora é colocar a luva e a touca de lã. Para tentar diminuir o frio - já que o caminhão é aberto e com uma lona por cima da armação - o melhor a fazer é grudar ao lado do companheiro e tentar sentar no meio da 5 Ton, diminuindo o vento.

Do nada, ouço uns gritos e vejo que tinha torado (mesmo estando frio pra caramba), desembarco e fico esperando. Nessa hora, já tava perdido, só lembrava de ter passado ali naquele local uma vez quando viajava, era próximo à parte alta do Parque. Acho que já eram quase 2 da manhã.

Os pelopes (nome dado os pelotões pela SIEsp) foram divididos e começava mais uma prova para o tão sonhado brevê de Montanha: a marcha de 8km em terreno montanhoso em 2 horas.

Pra falar a verdade, pensava que era tranquila, mas tinha cada subidão insano que as pernas começavam a queimar. Anda, pára! Anda, dá uma corrida! Anda mais um pouco.

A falta de ar começava a fazer efeito: dor de cabeça e sede. Mas, tentando seguir o conselhos dos calouros era bom não ficar bebendo muita água, pois seria racionada para o dia todo e isso eram umas 4 da manhã.

Anda, pára, anda, corre, pára, anda.

Acabou!! Cansado pra caramba - 8km com peso e subindo cansa pra cacete!! - chegamos a um tal de "Brejo de alguma coisa", mas a felicidade logo acabou. Havíamos subido os 8km da prova em 1:35h, mas ainda faltavam uns 3km a 5km à frente para chegarmos à Base do Marcão.

Anda, pára, corre, corre, corre, anda.

Lembro que tinha a continuação da estrada, mas os instrutores pegaram uma trilha que era um ladeirão e subiram. Terminada essa subida, vi uma casa de madeira bem ajeitada e consegui ver: Posto do Marcão.

Gritaria de novo e pegamos o saco V.O. Falaram que ainda tinha mais 3 km, mas, porra. com essa merda de saco V.O. ia ser impossível!! Tudo mentira, só pra mexer com o emocional do estagiário; sim, somos chamados de estagiário (e suas variações).

Encontramos, bem próximo ao posto, os abrigos e lá deixamos o saco V.O.

O segundo dia vem em breve!

sábado, 25 de julho de 2009

Preparativos da Montanha!

Sim, guerreiros, enfim falarei sobre a tão esperada Montanha.

Tudo começou muito antes da nossa apresentação para a SIEsp (Seção de Instrução Especializada), já que os calouros só falavam que a montanha é pau, mas vale a pena. Até aí, tudo bem, nada no Exército constuma ser fácil...

Para começar tudo, há a necessidade de se fazer um apronto operacional com vários kits que nada mais são do que potes de tuppeware (ou San Remo) cheio de tralhas dentro. Parece fácil, mas montar essas tranqueiras é difícil pra caramba por vários motivos: tempo, preço, produtos, dificuldade de encontrar.

Explicando uma a um:

1) Tempo: Aqui na AMAN o que o Cadete menos tem é tempo. Sempre há missões ("tarefas") para se fazer. Passar a roupa para o dia seguinte, engraxar o coturno, subir em algum curso para fazer favores, papirar e tudo mais que você possa pensar.

2) Preço: Existem remédios que passam de R$30 e são obrigatórios, além de escalímetro (R$14), bússola (R$60) e por aí vai. Já dá pra perceber que o soldo ("salário) é suficiente, mas deve ser muito bem pesquisado.

3) Produtos: Cara, será que vai dar tempo de ter tudo que eles querem? Na maioria das vezes dá, mas tem que começar a fazer o apronto muito antes da Montanha.

4) Dificuldade de encontrar: Alguns produtos são bem difíceis de serem encontrados e como todos sabem Hellsende - isso mesmo, a cidade do inferno - é minúscula e tem que sair igual a um louco atrás do material. Um jeito de suprir esse problema é perguntar aos outros cadetes onde acharam o que você tanto procura.

Aprestamento feito, tudo ok, né? Nada disso! A SIEsp elabora uma cartilha com todos os ítens que serão cobrados e até como será a formatura de início. Para ver a chatisse, tem que deixar os materiais na apresentação ao instrutor de determinado jeito e, se assim não fizer, nada é avaliado.

Só pra explicar o que é o Apronto Operacional:

"Apronto operacional
Conjunto de providências iniciais de aprestamento do material, viaturas,
equipamentos, colocando a unidade (mesmo na situação normal em quartéis) tão
completamente pronta quanto possível para embarcar ou entrar em ordem de
marcha com rapidez."


Hoje eu estou meio sem saco, é sem saco mesmo. Mais tarde eu fico com paciência e coloco a relação de tudo que é cobrado nos kits.

Para frente e para o alto!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Operação ALVORADA

Operação Alvorada!

Pra começar, esse campo diferencia-se dos outros, pois ele é todo feito dentro da área da AMAN e não nas fazendas ou área de instrução. As oficinas são feitas nos parques, Morro do Carrapinho, Seção de Educação Física, Cancela Vermelha, Bastião e represa da cavalaria.

Tudo começou com uma formatura no Parque do Curso Básico. O comandante do Básico falou sobre a importância dos campos e a nossa principal função: ter combatividade nos campos de batalha.

Terminada a "conversa", as oficinas já começavam e a Operação tinha o verdadeiro início.

As companhias foram dividias e cada comandante fez o aprestamento operacional. O aprestamento nada mais é do que retirar tudo da mochila, desmontar o FAL (Fuzil Automático Leve) em primeiro escalão e esperar a revista. Tudo que foi pedido pelo cmt cia tem de estar presente, caso não esteja há perda de pontos.

Depois do aprestamento começaram as oficinas, nome dado às atividades.

Eu não lembro quais eram, mas as que mais me marcaram foram: progressão diurna, comunicações, orientação diurna, orientação noturna, observação do terreno, transposição de curso d'água e marcha de 16km.

#Progressão Diurna (Utilização do terreno para progredir e atirar):

A pista foi pau! O que mais tinha eram os charcos e muita lama, mas bota lama nisso. Pra variar, rastejo e mais rastejo. Outro problema dessa pista era a distância. Pista muito longa e cansativa.

#Comunicações


De comunicações nada teve. A oficina tinha como objetivo carregar a bobina pesada pra caramba em 4 pessoas e lançar os fios pelo caminho. O grande problema era um charco gigante que tinha de ser atravessado. Depois, voltar recolhendo os fios.

#Orientação Diurna


Capacetado, mochilado e com Fuzil andar, andar e orientar. Cotas para subir e muito charco para se molhar.

No mais, foi isso!
Depois, falo da Operação Boa Esperança e da SiESP de Montanha.

domingo, 3 de maio de 2009

E o tempo passou...

Lembro que quando eu era candidato ou preposo, vivia falando que deixaria o blog um aço. Arrumaria tempo para escrever e tirar as dúvidas de todo mundo, já que eu era cheio de dúvidas no mundo civil sobre como funcionava a AMAN.

Mas, nem tudo é como a gente quer. Aqui, o maior inimido do cadete é o tempo. Nunca há tempo e as 24 horas passam tão rápido que o dia voa, a semana, às vezes, parece nem existir e, quando está no sanhaço (na dificuldade) o tempo voa, ainda, mais rápido!!

Deixa isso de lado e vamos ao que interessa!

A vida na AMAN é diferente de tudo que eu já ouvi falarem. Aqui, o respeito entre os cadetes de anos diferentes e a hierarquia são levados a sério de uma maneira que todos chamam de BOLHA. A AMAN não é o mundo.

Aqui, respeitar é obrigação e, mesmo contrariado, faço as ordens dos superiores. Muitas vezes, não entendo o motivo, mas depois de um certo tempo, percebe-se que aquela ação era realmente necessária.

Na EsPCEx eu não entendia o motivo da parada diária (uma revista antes de começar o serviço no dia). Achava um saco ter de passar a farda no dia anterior, cortar o cabelo, lembrar de colocar a identidade na farda e engraxar o coturno. Acordar cedo, então, era um verdadeiro saco nesse dia. E era cedo mesmo, pra dar tempo de tomar um banho e fazer a barba ainda mais no padrão.

Hoje, percebo que isso tudo é necessário. Aquele que vai para a Parada Diária com a farda mal passada e fora do padrão não se preparou para o serviço. Ele, simplesmente, vestiu a farda de qualquer jeito e não ligou em estar de serviço e ser responsável por várias atividades.

Imagine um militar desses na tropa?

Hoje, o cadete ou aluno é responsável por um fuzil (o que ele usa), pelo seu corpo e pelas suas atitudes. E esse "responsável" não tem a mínica vergonha na cara de se preparar no dia anterior ao serviço.

Agora, imagine-se daqui a 5 anos, quando formado e já Aspirante a oficial. Não será mais responsável por um armamento e pelo seu corpo, mas pela sua tropa! E quando receber a missão de atacar um ponto, vai fazer igual fazia na Parada Diára? Acordar, pegar a arma e sair sem rumo?

Aos poucos, vou aprendendo que algumas coisas "rolhas" são importantíssimas.